Twitter

Concorda com a eliminação das garrafas de vidro nos arrais das touradas?

Wednesday, July 22, 2009

Defender a toirada à corda da ilha Terceira.

São necessárias alterações profundas na defesa das
touradas à corda da ilha Terceira.


1 de Maio começa mais uma época da tourada à corda, mas a semelhança das anteriores vai começar aos trambolhões, isto porque na minha opinião deviam ter sido introduzidos novos pontos e alterados pontos do actual regulamento em defesa de um melhor espectáculo que ao que parece é único em todo Mundo e que se realiza todos os anos na ilha Terceira entre o dia 1 de Maio e 15 de Outubro.

Fui felizmente umas das pessoas que defendi há muito, muito tempo atrás a presença de uma ambulância neste evento, tinha Eu 12 anos de idade na altura reporto-me ao ano de 1984 quando fracturei um braço e o tempo de espera foi tanto que acabei por desesperar ir para casa sem direito a transporte., Mais tarde fui continuando a defender esta tese e hoje constato freguesias que realizam touradas com a presença do 115.

Mas muito mais há a fazer em prol da toirada à corda, em primeiro ela é incompatível com a de praça, como tal nunca e em circunstância alguma será possível touradas à corda em simultâneo com touradas picadas ou touros de morte no mesmo local, quem tentar camuflar que as associações protectoras dos animais vão tentar tudo para que não se pratique touradas picadas e que vão deixar a tourada à corda esquecida engane-se, é obrigatório passar a mensagem que o toiro da ilha Terceira e sua tradição não possuem parecenças com touros picados que na maioria das vezes apenas tem um único V e onde os maus tratos são bem visíveis em seus eventos, o toiro da ilha Lilás POSSUI uma infinidade de V, vai, volta, vai, volta, vai e torna a voltar., Quero com isto dizer que este animal que em outros tempos longínquos nos defendeu e salvaguardou o Reinado Português dos soldados Espanhóis, não se fica apenas por uma actuação, há toiros que conseguem a proeza de mais de 70 cordas, o mesmo quero dizer que vão aos arraias das freguesias dar mais de 70 espectáculos numa vida que chega atingir em muitos casos 16 anos.
Quantos artistas gostariam de conseguir tão brilhante proeza.

Mais, algum policiamento é uma farsa quantos de nos assistimos a brigas e confusões e os policias de serviço assobiam para lado e fazem de conta que nada vêem, alguns fiscais não tem carácter para possuir tão enorme responsabilidade, já vi fiscais "caídos" de bêbados dando o sinal de fogo pró ar e toiro prà rua, quando os regulamentos claramente proíbem a saída do referido animal sem uma boa e segura tapada por certo que todos nós ou quase já vimos belos jardins "embelezados" de papelões de caixas de cerveja e escrito "cuidado com as setas" se quisermos preservar e segurar a nossa tradição temos que fazer por ela não basta desejar é necessário e imperioso querer mudar. Muita, muita coisa.

Inadmissível e inaceitável que no novo regulamento revisto uns meses atrás não se tenha proibido a circulação de garrafas de vidro nos arrais, outro erro enorme é transportar nossa tradição para outros destinos e "internacionalizar" toiros à corda, pastores e capinhas, considero que é um erro enormíssimo vulgarizar a "nossa" querida toirada à corda.

Considero muito fundamental alterar-se o transporte dos animais bravos para os arraias, Eu também defendo já há muito tempo que as ditas "gaiolas" não devem acabar por uma questão de preservar o passado "alimentando-o" para o futuro, mas não é admissível nos tempos que correm continuar a transportar os referidos animais em caixotões do mato para as freguesias e vice-versa, sua utilização deve apenas servir para o embolar dos bravos toiros, as funcionalidades do transporte necessitam de ser ajustadas aos novos tempos a nova realidade.

Cada freguesia devia possuir curais idênticos ou melhores que os existentes no Porto Martins e o animal em vez de passar longas horas asfixiado em 4 paredes de madeira com reduzidas dimensões que em alguns casos já levou mesmo à morte, deviam ser colocados num habitar com total ventilação e oxigenação sem limites a condizer com melhores condições e dando assim garantias de pelo menos fazer pensar um pouco mais aqueles que perseguem a tauromaquia da toirada à corda.

Também se queremos ser exemplo de Humanismo, não é aceitável que podendo evitar o toiro colher uma pessoa, se deixe marar sabendo que sua colhida para além de umas boas gargalhadas pode deixar sequelas irreversíveis que em alguns casos verídicos nem o tempo consegui apagar.

Termino apenas dizendo que a ilha Terceira e a maioria das suas gentes dispensam touradas picadas e touros de morte, mais longe vou e afirmo que sobrevivem sem touradas de praça mesmo no actual quadro vigente mas duvide que conseguissem viver sem a tradicional toirada à corda da ilha Terceira, um espectáculo agradável, divertido, social, turístico e economicamente rentável, como em tudo na vida existe quem seja contra mas importa exclarecer que a violência deste evento é muito reduzida.

Temos todos a obrigação moral e ética de alertar, tentar e alterar o actual regulamento da tourada à corda, adaptando-o aos novos tempos e novas realidades sobe pena se não o fizermos rapidamente corrermos sérios riscos inerentes de não conseguirmos defender esta tradição e de a preservar no futuro.

Viva a toirada à corda da ilha Terceira, viva ao seu povo que com ela vibra.

Paulo Almeida
Emigrado na Florida EUA

Sunday, February 8, 2009

Ilha Terceira no "monumento" ao Touro

Já não era sem tempo, finalmente alguém deu pernas ao projecto que já os antigos
"badalavam" pelas "tasquinhas" de toda a ilha.

Estamos num Pais em que tudo serve de pretexto para se construir estou plenamente de acordo que o toiro, símbolo de uma tradição de um povo, que em tempos distantes salvaguardou o Reinado português, sobre comando de uma MULHER, expulsando os Espanhóis do nosso território refiro-me naturalmente a batalha da Salga na ilha Terceira dos Açores, o toiro Terceirense realmente merece algo que desperte a atenção dos visitantes da ilha.

Mas porque razão não se constrói a casa pelo chão em vez de começar pelo telhado e qual a razão de envolvimentos e oportunistas políticos sentados a mesma mesa no dia de apresentação do projecto, se a monumental praça de toiros foi construída com muito dinheiro do povo, porque não faze-lo neste, qual a razão de convidar políticos e de se associarem a eles, quando os mesmos canalizam uma grande parte do turismo para uma única ilha.

Façam o monumento mas pensem muito bem, criem as condições necessárias de segurança e acessibilidade para todos quanto queiram uma simples recordação junto a ele, refiro-me a uma filmagem ou simplesmente uma foto, colocar o referido monumento dentro de uma rotunda parece-me a mim um convite ao suicídio negligente, já agora que o meu povo gosta tanto do touro ao ponto de lhe fazer jus a um monumento pensem em reformular os regulamentos das touradas dando apenas o exemplo de se terminar com as garrafas de vidro nos arrais.,

e mais não digo!

Termino deixando um grande e enorme abraço ao povo da ilha Terceira,

ViVa as touradas à corda da ilha Terceira

Wednesday, January 21, 2009

Monday, September 15, 2008

Sunday, September 14, 2008

Saturday, September 13, 2008

Tuesday, September 9, 2008

Monday, September 8, 2008

Friday, September 5, 2008

"Os Infractores da Lei"

Por Enquanto, Ainda estou Vivo!

Venho por este meio mostrar toda a minha indignação e prenunciar-me pelo facto de ter sido utilizada ilicitamente uma imagem fotográfica da minha autoria sem o meu conhecimento e aprovação.

Publicada no Diário Insular, jornal diário da ilha Terceira nos Açores num artigo da autoria de José Henrique Toste Pimpão, de página inteira onde a foto ocupa lugar de destaque, (mais que o texto e outra fotografia colocada no canto inferior esquerdo) sobre o tema das touradas à corda, a imagem referenciada é na Penha de França, Pico da Urze a 11 de Setembro de 2006, e o animal é o touro de ferragem # 64, pertencente à ganadaria de Humberto Filipe (HF) e nesse ano "baptizado" por Paulo Almeida pelo, “Monstro das Tapadas."

Lamentável, intolerável, inadmissível, inqualificável a atitude tanto por parte do Senhor José H. T. Pimpão como pelo director do jornal que permitiu sobre a sua alçada uma publicação ilícita.

Para que saibam a utilização indevida de direitos de autor neste caso fotográfico sem a devida autorização é considerada ilegal e punida por lei,
nos Estados Unidos por ex., a coima poderia ser o suficiente para fechar as portas do referido jornal e o Sr. José Henrique perder todos os seus bens, para além dos protagonistas levarem com pena de prisão, por cá é considerado crime.

Em Portugal neste caso nos Açores, dificilmente se veria alguém com uns trocadinhos e um jornal sustentado sabe-se lá por quem, serem julgados e punidos por uma situação semelhante.

Também declaro que é lamentável o artigo referir o animal e não referenciar seu proprietário, como é deplorável o ter sido retirado da foto o logótipo do movimento criado em prol do desporto designado por: My Name is Fair Play! - Help Stop ThFear!

Aqui também reconheço e agradeço o ter sido colocado o nome Paulo Almeida
(autor da fotografia) no canto superior direito da imagem.

Em nota final deixo-vos um recadinho, para aqueles que tentaram "enterrar Vivo", continuo a ser a mesma pessoa com a mesma personalidade,
com defeitos mas também com virtudes e bem., Bem ViVo!...

ViVa à festa brava na ilha Terceira.

De Dominador, a Dominado!

Nos Galhos do Toiro.

Homens da Edição Video.

Photo by Paulo Almeida

Gabriel Alves (Foto Gabriel) e Manuel Bettencourt, são os mais conhecidos entre os aficionados da festa brava pela comercialização dos Dvds das touradas à corda na ilha Terceira.

Muitos são os biliões de segundos, milhões de minutos e milhares de horas dedicados a gravar tardes de touros, propocionando ao aficionado em geral os melhores momentos de cada época taurina na ilha Terceira ou simplesmente ao adepto mais ferranho deste ou daquele "partido" rever aqueles momentos mais badalados pelos diversos arrais.

Esta é a minha pequena contribuição para estes profissionais e todos quanto empenhadamente nos possibilitam a visualização destes eventos em imagens movidas.

Um muito obrigado.

"Baptizar" Toiros bravos

Paulo Almeida no ano 2006 "baptizou", cognominou 3 toiros bravos,
2 da ganadaria de Humberto Filipe e 1 da Casa Agrícola José Albino Fernandes.

Toiro nº 64 (HF)
"Monstro das Tapadas"

Photo by: Paulo Almeida

Toiro nº 52 (HF)
"Perigo Imediato"



Toiro nº 89 (CAJAF)
" Estátua ViVa"

Photo by: Paulo Almeida

Arriscar a própria Vida pelo fair play.

Paulo Almeida na época taurina de 2006,
encontrou na fotografia a forma de expandir o movimento criado por ele em prol do fair play com o logo,

MY Name is Fair Play! - Help Stop The Fear!
Movimento de Incentivo ao Desportivismo
No Violence - No Racism.

Photo by: Fotógrafo Vieira

Passou por diversas situações de apuro e aflição,

sendo colhido apenas uma vez sem efeitos nefastos,

nesta sequência de fotos pode constatar que a

distância entre o Homem e o animal é muito reduzida, bafejando da sorte

e da irreverência que lhe é peculiar.


Photo by: João Costa